Melhores áreas para investir no e-commerce

Melhores áreas para investir no e-commerce. Cada vez mais vaidosos, os homens estão impulsionando as vendas online de roupas. Segundo um estudo feito pela consultoria IBISWorld, o comércio eletrônico de roupas masculinas foi o que mais cresceu nos últimos cinco anos.

O estudo analisou o crescimento de vários segmentos entre 2010 e 2015 e os e-commerces de roupas masculinas apresentaram avanço de 17,4%, ficando na frente de setores mais consolidados como eletrônicos e bebidas. Confira a relação completa do crescimento entre 2010 e 2015:

  • Roupas masculinas: 17,4%
  • Comidas: 16,7%
  • Sapatos: 13,6%
  • Saúde, vitaminas e suplementos: 13,4%
  • Computadores e tablets: 11,4%
  • Cosméticos: 10,9%
  • Cerveja, vinho e outras bebidas: 10,8%
  • Arte: 10,6%
  • Joias: 8,9%
  • Peças automotivas: 8,1%
  • Produtos para pets: 7,1%
  • Flores: 3%
  • Cartões e presentes: 1,8%
  • Óculos e lentes de contatos: 1,3%
  • Câmeras: 0,9%

Os homens devem continuar dominando o crescimento online. Em uma estimativa para os próximos cinco anos, o crescimento deve ser de 14,2%, levando em conta dados da pesquisa.

Em seguida, aparecem sites de comidas, com aumento esperado de 12,2%, sapatos (8,3%), produtos de saúde e suplementos (7,2%) e computadores e tablets (7,1%). Confira a relação completa da expectativa de crescimento entre 2015 e 2020:

  • Roupas masculinas: 14,2%
  • Comidas: 12,2%
  • Sapatos: 8,3%
  • Saúde, vitaminas e suplementos: 7,2%
  • Computadores e tablets: 7,1%
  • Cosméticos: 6,7%
  • Cerveja, vinho e outras bebidas: 6,6%
  • Arte: 6,2%
  • Joias: 6%
  • Peças automotivas: 5,9%
  • Produtos para pets: 5,1%
  • Flores: 3,7%
  • Cartões e presentes: 2,4%
  • Óculos e lentes de contatos: 1,8%
  • Câmeras: 1,6%

Segundo o instituto de pesquisa, o mercado de vendas online cresceu uma taxa de 8,9% ao ano nos últimos cinco, chegando a faturar quase US$ 315 bilhões. O estudo demonstrou também que as vendas pela internet cresceram em ritmo bem mais acelerado do que em lojas físicas.

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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